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Quase dois anos...

Quase dois anos depois, estou aqui novamente. Confesso me distanciei real daqui, e confesso ainda mais: nesses quase dois anos muitas coisas mudaram.

Posso dizer que depois dos trinta (daqui a pouco trinta e dois) a segurança feminina melhora, mas não acaba a insegurança viu! Só melhora (hehehehe). Nossa determinação parece florescer, tanto pessoal como profissional.

Hoje resolvi enaltecer que é bom ter trinta e poucos anos. Não estou dizendo que os vinte e poucos foram ruins, nem quero cuspi no prato que já comi (e muito bem), contudo, entretanto, todavia, chegar aos trintas nos dá um certa sabedoria com os percalços que vivemos aos vinte. Então, por isso digo que também estou adorando viver os meus trinta e poucos anos.

Estou morando sozinha. Ah, separei... (isso mesmo!) Casamento não deu certo! Toda separação tem o seu início difícil, mas hoje não vou falar disso. Vou deixar para um próximo post. Mas saiu uma reportagem na revista Glamour (não tem na internet, somente impressa) sobre o Clube das Desquitadas, que fala sobre o pôrque tanta gente se divorciar aos 30. Válida a leitura!

Então, voltando: estou morando sozinha, e me pego reflexiva sobre como hoje a nossa cia é a melhor cia. Nos vinte e poucos você queria sair o tempo todo, a galera da faculdade era uma pilha só, sem contar que eu ainda tinha a turma do teatro (sim, já fiz teatro!), e sempre era algo sem limites (tá, não tão sem limites, mas era divertido demais), era algo surreal (ixi me lembrou agora da festa que fui semana passada, tenho que dividir aqui depois com vcs), pois as preocupações eram poucas e bem menores que hoje.

Sem contar que quando você tem menos de trinta, na sua grande maioria, já sofreu por amor, e sofreeeeeeeu meeeeeeesmo! Achando que iria morrer daquilo, como se aquele carinha fosse o ar que você respirava (muito louco isso né). Mas depois do sofrimento veio a bonança e claro outros gatexxxxnhos também. O bom é que a gente percebe que o relacionamento pode até não dar certo, você pode até sofrer, mas não vai morrer de amor.

Agora vivendo os trinta, sinto que a gente se blinda desse sofrimento (calma, leiam até o final), você se prepara para viver a relação, você não se permite qualquer coisa, e qualquer relacionamento. Na verdade, a sabedoria vai te guiando para o melhor caminho. É complicado de pensar, mas é bom de viver (rsrsrs).

Outra coisa boa dos trintas é valorizar a família, estar mais perto deles. Parece que de uns dias pra cá me deu um tino na cabeça que preciso estar mais perto dos meus pais (diferente dos vintes né, que as baladinhas são sempre prioridade). Os meus pais são os melhores, figuraças, eles são daqueles que os nossos amigos adoram e sentam para tomar cerveja. Já as minhas irmãs são super parceiras, nós somos amigas e confidentes. Ah, tenho sobrinhos lindos! Acho que ando muito sensível para isso, não sei afirmar ainda se são os meus trinta ou a lua que está chegando no meu aniversário (alguém aqui acredita nisso?!). Enfim, acho que é a idade mesmo que anda aflorando esse sentimento família dentro de mim. A gente percebe que a vida está passando, e que devemos curtir quem amamos a todo momento.

Ahhh, os trinta e poucos vem me mostrando que é tão mais prazeroso sentar numa mesa de bar com os amigos. Hoje troco fácil uma balada para beber com os meus amigos naquele botequim (ou até mesmo em casa). Como é divertido estar com eles. Lógico que sair para dançar também é bom, mas o que eu digo é que na sua grande maioria beber aquela cervjinha no bar do Chicão é tão divertido quanto (ou até mais, né #estreladalva). Estar com as amigas e falar mal dos homens é diversão na certa sempre! 

Parece que hoje eu quero mais conversar (vixi: sempre conversei muito!), me expressar, dizer o que penso. Percebi pelas redes sociais que as mulheres de trinta e pouco estão colocando a boca no trombone mesmo, falando sobre os seus anseios e vontades, sem se preocupar com os achismos alheio. Isso é bom, moderno e atual!

Enfim, estou gostando dessa minha nova fase. Acredito que ainda tenho que viver e aprender. 
Vamos que vamos né!

Inté a próxima...
bijus bijus

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